terça-feira, 1 de julho de 2008

A máscara do terror




Trata-se de um cara que era bom demais, não fazia mal a ninguém. E o que as pessoas faziam? O que todas as pessoas fazem: tiravam proveito dele, da coisa toda.


Esse cara, ele respeitava todas as regras, só queria ser aceito. As pessoas o pisavam, e só o que faziam era o colocar pra baixo.


Assim nasce um assassino, não só na ficção, mas na realidade também. Essas pessoas que só querem ser compreendidas, e tudo o que fazem é matá-los, seus egos ficando em pedaços. Por que não dizer que eles também são assassinos?


Eles resurgem mais fortes, com sua sede de vingança, só querendo colocar as cartas na mesa, só querendo entender o que está acontecendo.


É quando tudo que fizeram contra essa pessoa em questão entra em ebolição, e explode. Matando um por um dos que o fizeram mal. Os magoando da mesma forma. Os tirando de uma vez da sua vida.




Moral: Não mexa com quem está quieto. Você, de alguma forma, vai se arrepender.




Mas as pessoas que fizeram o filme queriam passar uma outra imagem. Tipo: terror, assassinatos, suspense... Mas eu interpretei mais como alguém que seguia como mandava a sociedade, e que ela não estava nem aí para a contribuição dele. O cara tava forjando a identidade, ele acordou e viu que aquele não era ele, ele não era ninguém. E foi descobrindo como as pessoas que o rodeavam eram falsas e hipócritas, e se vingou de um por um, tratando de tirar da sua história essas pessoas ingratas. Quando ele fez isso, ele se tornou ele outra vez. E matou, figurativamente, a pessoa que ele havia se tornado. Se tornou um novo cara, se tornou ele.

3 comentários:

jose disse...

ai mandou bem na leitura do filme gostei una hehehe

william disse...

Ótimo texto ;)
Ja ouvi falar de Grey's Anatomy
Dizem que é um bom seriado tambem
^^

terwan disse...

tu mandou mto bem...